segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

DIVULGAÇÃO DA VIDEOCONFERENCIA NO SITE DA SEDUC


Educação em Direitos Humanos será tema de videoconferência

Educação em Direitos Humanos” é o tema da videoconferência que será realizada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por intermédio da Superintendência de Modalidades e Diversidades Educacionais (Supemde), na próxima terça-feira (14), das 9h às 11h30, pela plataforma tecnológica da Universidade Virtual do Maranhão (Univima).
Organizada pela equipe de Educação em Direitos Humanos, Gênero e Orientação Sexual, da Seduc, a conferência é alusiva ao 62° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A videoconferência faz parte das ações da Secretaria para a promoção do respeito ao outro e o combate ao preconceito e discriminação, colaborando, assim, na construção de uma cultura em direitos humanos na rede de ensino do estado do Maranhão.
A videoconferência será transmitida para todos os pólos tecnológicos da Univima. Em São Luís, a transmissão ocorrerá no prédio da universidade, localizado na Rua Portugal, Nº 221, Praia Grande – Centro. Deverão participar do evento gestores escolares, supervisores, professores e demais profissionais da rede estadual de ensino.

Data: 10/12/2010
Fonte: Ascom

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

NÃO PERCAM!!!....EM SÃO LUÍS A 5ª MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL












Em 2010, a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul completa cinco anos. Criada em 2006 para celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos a Mostra vem se firmando como um espaço de reflexão, inspiração e promoção do respeito à dignidade intrínseca da pessoa humana.

O Brasil tem buscado fortalecer a educação e a cultura em Direitos Humanos, visando à formação de uma nova mentalidade para o exercício da solidariedade, do respeito às diversidades e da tolerância. Como expressão artística, o cinema possui uma linguagem própria, capaz de tocar pessoas, despertar sentimentos, sensibilizar olhares e construir identidades comuns. Desta forma, a arte permite conhecer e interagir.

Inicialmente exibida em quatro cidades, a Mostra veio crescendo a cada ano. Esta quinta edição estará presente em 20 capitais brasileiras, percorrendo as cinco regiões do Brasil. No ano passado, registrou um público superior a 20 mil pessoas, em 16 cidades. A estimativa para este ano é que este número seja duplicado, pelo aumento no número de cidades participantes e pelo reconhecimento que o evento já conquistou.

A 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma realização da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira, patrocínio da Petrobras e apoio do SESC-SP, da TV Brasil e do Ministério das Relações Exteriores. Com todas as sessões gratuitas, sempre em salas acessíveis para pessoas com deficiência, a Mostra é um convite ao olhar e à sensibilidade cinematográficos, que traduzem temas atuais de Direitos Humanos e despertam a reflexão e a construção de identidades na diversidade.

Prevista no eixo Educação e Cultura em Direitos Humanos do Programa Nacional de Direitos Humanos/PNDH-3, que foi apresentado pelo presidente Lula em 2009, a realização da Mostra possibilita que o cinema seja reconhecido como importante instrumento para o debate, a promoção e o respeito aos direitos fundamentais. Em sua quinta edição, a Mostra já pode ser vista como um marco consolidado no calendário anual dos Direitos Humanos em nosso País. Ela está destinada a prosseguir e se ampliar sempre mais nos próximos anos.

Participe você também desta edição comemorativa!

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO EM SÃO LUÍS:

SÃO LUIS

29/NOV - 05/DEZ
ENTRADA FRANCA



29/11 - SEGUNDA-FEIRA


19h30Sessão de Abertura
VIDAS DESLOCADAS - João Marcelo Gomes (Brasil, 13 min, 2009, doc)
PERDÃO, MISTER FIEL - Jorge Oliveira (Brasil, 95 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 14 anos


30/11 – TERÇA-FEIRA


13h30
A VERDADE SOTERRADA - Miguel Vassy (Uruguai/ Brasil, 56 min, 2009, doc)
ROSITA NÃO SE DESLOCA - Alessandro Acito, Leonardo Valderrama (Colômbia/ Itália, 52 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

15h30
ENSAIO DE CINEMA - Allan Ribeiro (Brasil, 15 min, 2009, fic)
108 - Renate Costa (Paraguai/ Espanha, 91 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

17h30
A BATALHA DO CHILE II – O GOLPE DE ESTADO - Patricio Guzmán (Chile/ Cuba/ Venezuela/ França, 90 min, 1975, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

19h30
ABUTRES - Pablo Trapero (Argentina/ Chile/ França/ Coréia do Sul, 107 min, 2010, fic)
Classificação indicativa: 16 anos


01/12 – QUARTA-FEIRA


13h30 – Audiodescrição
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
ALOHA - Paula Luana Maia, Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 12 anos

15h30
HÉRCULES 56 - Silvio Da-Rin (Brasil, 94 min, 2006, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

17h30
DIAS DE GREVE – Adirley Queirós (Brasil, 24 min, 2009, doc)
PARAÍSO - Héctor Gálvez (Peru/ Alemanha/ Espanha, 91 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos

19h30
CARNAVAL DOS DEUSES - Tata Amaral (Brasil, 9 min, 2010, fic)
MEU COMPANHEIRO - Juan Darío Almagro (Argentina, 25 min, 2010, doc)
LEITE E FERRO - Claudia Priscilla (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 16 anos


02/12 – QUINTA-FEIRA


13h30 – Audiodescrição
PRA FRENTE BRASIL - Roberto Farias (Brasil, 105 min, 1982, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.
Classificação indicativa: 14 anos

15h30
A CASA DOS MORTOS - Debora Diniz (Brasil, 24 min, 2009, doc)
CLAUDIA - Marcel Gonnet Wainmayer (Argentina, 76 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 14 anos

17h30
ALOHA - Paula Luana Maia, Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
CINEMA DE GUERRILHA - Evaldo Mocarzel (Brasil, 72 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

19h30
KAMCHATKA - Marcelo Piñeyro (Argentina/ Espanha/ Itália, 103 min, 2002, fic)
Classificação indicativa: livre


03/12 – SEXTA-FEIRA


13h30
DOIS MUNDOS – Thereza Jessouroun (Brasil, 15 min, 2009, doc)
AMÉRICA TEM ALMA - Carlos Azpurua (Bolívia/ Venezuela, 70 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

15h30
VLADO, 30 ANOS DEPOIS - João Batista de Andrade (Brasil, 85 min, 2005, doc)
Classificação indicativa: 14 anos

17h30
A HISTÓRIA OFICIAL - Luis Puenzo (Argentina, 114 min, 1985, fic)
Classificação indicativa: 12 anos

19h30
XXY - Lúcia Puenzo (Argentina/ França/ Espanha, 86 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 16 anos


04/12 – SÁBADO


13h30
MÃOS DE OUTUBRO - Vitor Souza Lima (Brasil, 20 min, 2009, doc)
JURUNA, O ESPÍRITO DA FLORESTA - Armando Lacerda (Brasil, 86 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

15h30
HALO - Martín Klein (Uruguai, 4 min, 2009, fic)
ANDRÉS NÃO QUER DORMIR A SESTA - Daniel Bustamante (Argentina, 108 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 12 anos

17h30
MARIBEL - Yerko Ravlic (Chile, 18 min, 2009, fic)
O QUARTO DE LEO - Enrique Buchichio (Uruguai/ Argentina, 95 min, 2009, fic)
Classificação indicativa: 14 anos

19h30
O FILHO DA NOIVA - Juan José Campanella (Argentina/ Espanha, 124 min, 2001, fic)
Classificação indicativa: livre


05/12 – DOMINGO


13h30
GROELÂNDIA - Rafael Figueiredo (Brasil, 17 min, 2009, fic)
MUNDO ALAS - León Gieco, Fernando Molnar, Sebastián Schindel (Argentina, 89 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

15h30
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
BAILÃO - Marcelo Caetano (Brasil, 17 min, 2009, doc)
DEFENSA 1464 - David Rubio (Equador/ Argentina, 68 min, 2010, doc)
Classificação indicativa: 12 anos

17h30
O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS - Cao Hamburger (Brasil, 110 min, 2006, fic)
Classificação indicativa: 10 anos

19h30
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
IMAGEM FINAL - Andrés Habegger (Argentina, 94 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos



* O formato de exibição dos filmes é DVCAM.


LOCAL:

CENTRO DE CRIATIVIDADE ODYLO COSTA FILHO - CINE PRAIA GRANDE


111 lugares

Rampa do Comércio, 200

Praia Grande | 65010-530

(98) 3218-9934


MAIS INFORMAÇÕES:

http://www.cinedireitoshumanos.org.br/2010/saoluis.php

Vannuchi quer direitos humanos como disciplina no currículo


BRASÍLIA - Uma proposta para criação de diretrizes curriculares nacionais sobre Educação em Direitos Humanos foi apresentada dia 9 de Novembro de 2010 ao Conselho Nacional de Educação (CNE) pelo ministro da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Paulo Vannuchi. Segundo ele, o objetivo é criar um “novo hábito nacional de respeito ao outro”

O projeto está sendo discutido e, se for aprovado, será implementado no próximo ano. “O trabalho mais estratégico que existe no país é a educação em direitos humanos. Desde muito cedo, é preciso ensinar a criança a não bater no coleguinha ou não ter preconceito por gênero, cor de pele, condição de pobreza. Isso tem de atravessar todo o sistemaescolar, depois indo para a educação superior”, disse o ministro.

De acordo com o presidente da Câmara de Educação Básica do CNE, Francisco Aparecido Cordão, a educação em direitos humanos não será uma matéria específica, pois estará integrada em todas as disciplinas da grade curricular das escolas.

“Todos os professores devem tratar disso, pois os direitos humanos são uma questão central no cumprimento do currículo escolar e deve ser tratado pelo conjunto da escola, objetivando o desenvolvimento da consciência crítica do aluno cidadão. É algo que interessa ao diretor de escola, aos professores, aos alunos, à comunidade educacional”, disse.

Para o membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima, o Brasil evoluiu na questão dos direitos humanos. Segundo ele, a adaptação às novas diretrizes curriculares levará algum tempo, pois deve passar por uma mudança de mentalidade das pessoas. “Temos que esclarecer os alunos e providenciar que a vivência na escola funcione como um exemplo de garantia dos direitos humanos”, afirmou.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

APRESENTAÇÃO CULTURAL: A FORÇA DOS TAMBORES QUILOMBOLAS

A ASSOCIAÇÃO DAS COMUNIDADES NEGRAS RURAIS QUILOMBOLAS DO MARANHÃO- ACONERUQ , NO ÂMBITO DO PROJETO: “O Percurso dos Quilombos: de África para o Brasil e o regresso às origens” REALIZARÁ A APRESENTAÇÃO CULTURAL : "A FORÇA DOS TAMBORES QUILOMBOLAS " VISANDO A CELEBRAÇÃO DA CULTURA QUILOMBOLA.

DIA : 22 DE OUTUBRO DE 2010
LOCAL: CONVENTO DAS MERCES - SÃO LUÍS -MA
HORARIO : 18 00 HORAS


É DE GRANDE RELEVÂNCIA A DIVULGAÇÃO DO REFERIDO EVENTO E A PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES (AS) E ALUNOS(AS).

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

ONU condena aumento da violência contra mulher no mundo

Segundo comissão sobre o tema, pelo menos uma em cada três mulheres já foi vítima de agressões físicas, forçada a manter relações sexuais ou sofreu outras violações geralmente do parceiro ou de alguém da família.

1 em cada 3 já foi vítima

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*
As Nações Unidas condenaram o aumento de casos de violência, principalmente sexual, contra a mulher em todo o mundo.
A declaração foi feita na Assembleia Geral por uma das vice-presidentes da Comissão sobre Eliminação de Discriminação contra Mulheres, Cedaw.
Membros da Família
Segundo Xiaoqaio Zhou, pelo menos uma em cada três mulheres já foi vítima de agressões físicas, forçada a manter relações sexuais ou sofreu alguma violação. Os agressores são geralmente parceiros ou membros da família.
Em seu discurso, Zhou afirmou que muitas mulheres continuam sendo vítimas de leis e costumes discriminatórios.
Nesta entrevista à Rádio ONU, de Genebra, a professora brasileira, Silvia Pimentel, que é membro da Cedaw, disse que o combate à violência deve ser feito em várias frentes.
Conjunto

"As próprias feministas é que levantaram nessas últimas décadas a importância de não falarmos 'direito da mulher', porque são 'direitos das mulheres'. Nós não somos um conjunto homogêneo, nós temos que olhar com um olhar muito agudo e cuidadoso para verificar as especificidades de várias categorias de mulheres", disse.
Um relatório do Fundo das Nações Unidas para a População, Unfpa, sugere que as mulheres continuam sendo estupradas e sujeitas a outras formas de violência sexual que não são punidas.
Além disso, meninas e mulheres estão sendo vendidas como escravas sexuais em todo o mundo. Dois milhões de meninas entre cinco e 15 anos passam a fazer parte do chamado "mercado do sexo" todos os anos.

*Apresentação: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/186186.html

ONU lança campanha “Igual a você” contra o estigma e o preconceito no Brasil

Iniciativa dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas. Veiculação iniciará no dia 16 de novembro em emissoras de televisão de todo o país.
Igualdade de direitos e um chamamento à sociedade brasileira para o tema das discriminações que homens, mulheres e crianças vivem diariamente no Brasil. Esses são os objetivos da campanha “Igual a Você”, que será lançada hoje (16/11) às 10h no Palácio do Itamaraty - Rio de Janeiro, pelas Nações Unidas e sociedade civil.
Durante a cerimônia, as agências da ONU apresentarão um panorama da realidade de cada população – estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas -, e apresentarão os 10 filmes de 30 segundos que integram a campanha. Os filmes estarão disponíveis para veiculação em emissoras de televisão de todo o país a partir do dia 16 de novembro. Além disso, os vídeos receberam versões legendadas em inglês e espanhol, para possibilitar a disseminação internacional.
O ato de lançamento será seguido de coletiva de imprensa, no Palácio do Itamaraty, com o representante do UNODC, Bo Mathiasen; o coordenador do UNAIDS, Pedro Chequer; a vice-diretora do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia; a oficial do Programa de Educação Preventiva para HIV/Aids da UNESCO no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes; o oficial de Informação Pública do ACNUR, Luiz Fernando Godinho, e o diretor do UNIC, Giancarlo Summa. Representantes das entidades da sociedade civil e as lideranças que gravaram as mensagens também estarão no evento para atendimento à imprensa.

Visibilidade para os direitos humanos

“Igual a Você” – uma campanha contra o estigma e o preconceito dá voz e visibilidade aos direitos humanos das populações alvo da campanha. Produzidos pela agência [X]Brasil – Comunicação em Causas Públicas e gravados em estúdio com trilha sonora original de Felipe Radicetti, os filmes apresentam mensagens de lideranças de cada um dos grupos discriminados, levando em consideração às diversidades de idade, raça, cor e etnia.
A campanha surge como uma iniciativa contra as violações de direitos humanos e desigualdades, especialmente nas áreas da saúde, educação, emprego, segurança e convivência. Trata-se de uma oportunidade de sensibilização da sociedade brasileira para o respeito às diferenças, que caracterizam cada um dos grupos sociais inseridos na campanha, reafirmando a igualdade de direitos.

Estigmas e preconceitos cotidianos

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das facetas do racismo se revela na remuneração média da população brasileira: homens brancos (R$ 1.200), mulheres brancas (R$ 700), homens negros (R$ 600) e mulheres negras (R$ 400).
O ambiente escolar também é outro local de resistência à diversidade. Segundo pesquisa de maio de 2009 realizada em 500 escolas públicas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE, 55% a 72% dos estudantes, professores, diretores e profissionais de educação demonstram resistência à diversidade por meio do indicador “distância social”. O maior distanciamento é verificado com relação aos homossexuais (72%).
Filmes diferenciados: drogas e educação
No primeiro caso, são mostradas cenas reais de usuários de drogas lícitas (bebida, cigarro e medicamentos) e ilícitas (maconha, cocaína, crack e ectasy) nos diferentes ambientes de uso - nas ruas, nos bares, nos morros ou nas baladas -, sem que o rosto dos usuários apareça. O desafio aqui foi falar sobre usuários de drogas dentro de uma perspectiva do direito à saúde.
Para os filmes de combate ao estigma e ao preconceito nas escolas são utilizados desenhos feitos por crianças, com uma voz em off e trilha original. Estes filmes trabalham com duas situações diferentes: preconceito na escola contra crianças vivendo com HIV e preconceito de raça, cor, aparência, orientação sexual nas escolas.
Assinatura da campanha
O preconceito se manifesta por meio de atitudes e práticas discriminatórias, tais como humilhações, agressões e acusações injustas pelo simples fato de as pessoas fazerem parte de um grupo social específico. É contra o estigma e o preconceito que as agências UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), com apoio do UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil), somam-se, mais uma vez, ao esforço da sociedade civil pela igualdade de direitos: ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), AMNB (Associação Brasileira de Mulheres Negras Brasileiras), ANTRA (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros), Movimento Brasileiro de Pessoas Vivendo com HIV/Aids e Rede Brasileira de Prostitutas.

Acesse a Campanha: www.onu-brasil.org.br ou http://www.youtube.com/user/UNAIDSBr

Spots para rádio (em português)

Vídeos disponíveis para download
Português
Fragmentos - Download
Usuário de Drogas - Youtube Download
Transexuais e Travestis - Youtube Download
Refugiados - Youtube Download
Profissionais do sexo - Youtube Download
População Negra - Youtube Download
Pessoas vivendo com HIV - Youtube Download
Lésbicas - Youtube Download
Gays - Youtube Download
Estudantes - Youtube Download
Crianças vivendo com HIV - Youtube Download
Espanhol
Un día con amigos / Lost in Transgender Download
Usuário de drogas - Youtube Download
Tansexuales e Travestis - Youtube Download
Refugiados - Youtube Download
Profesionales del sexo - Youtube Download
Poblacion negra - Youtube Download
Personas viviendo con VIH - Youtube Download
Lesbianas - Youtube Download
Gays - Youtube Download
Estudiantes - Youtube Download
Niños viviendo con VIH - Youtube Download
Inglês
A day with friends / Lost in Transgender Download
Drug uses - Youtube Download
Transexuals and Travestites - Youtube Download
Refugee - Youtube Download
Sex workes - Youtube Download
People living with AIDS - Youtube Download
Lesbians - Youtube Download
Gay men - Youtube Download
Students - Youtube Download
Afro-Brazilians - Youtube Download
Child living with HIV - Youtube Download

FONTE: http://www.onu-brasil.org.br/agencias_unaids_videos.php

Campanha "1 bilhão de famintos"



Estamos estarrecidos com o último informe da FAO - ONU sobre a fome no mundo: 1 bilhão de pessoas estão famintas. A própria FAO organizou uma campanha para chamar a atenção dos governantes de todo o planeta e da população em geral, para que ações concretas sejam tomadas e esse dado seja, definitivamente, zerado! Não é uma meta pequena, mas é a única possibilidade ética para a humanidade.

Para entender melhor: com as 8 Metas do Milênio, a ONU esperava que os países realizassem várias ações que diminuissem consideravelmente os índices de pobreza que levam à doenças, desemprego e outros males sociais e econômicos. A primeira meta era a redução da fome no mundo. No entanto, devido à crise dos alimentos, que se molda junto às crises climática e econômica, os índices de famintos só fizeram aumentar e, precisamente, nos países mais pobres e/ou naqueles que, tendo riquezas, não as empregam para programas sociais, entre eles, os de geração de trabalho e renda (como diz José Graziano, vivemos a triste lógica de que "quem não trabalha não come").

Nosso gesto deve ser de chamar a atenção dos governos (municipais, estaduais, nacionais e internacionais) para que tomem providências, para que seja esta a grande meta de todos os governos e da sociedade em geral. Lembrando que o tema da soberania e segurança alimentar e nutricional está diretamente ligado ao da terra (teremos o plebiscito popular sobre o limite de propriedade da terra no Brasil), ao do direito humano à alimentação adequada (com a aprovação da Emenda Constitucinal 64 que garante, entre os direitos sociais no Brasil, o direito à alimentação), ao direito ao trabalho, à moradia, à saúde entre todos os direitos sociais e humanos. Então, essa luta é de todos e todas!

Para participar, além das ações locais e globais, seja nos conselhos, conferências, audiências públicas para construção de políticas públicas que mudem esse quadro, inclusive no Brasil (mais de 50% das crianças indígenas brasileiras estão anêmicas, segundo dados da ABRASCO/FUNASA/MS), a FAO convida a termos "raiva" dessa situação.


Entre no link http://www.1billionhungry.org/, assista ao vídeo da campanha, assine o abaixo-assinado eletrônico e repasse para suas redes de contato (você pode colocar o link da campanha no sítio eletrônico de sua instituição).


Um bilhão de pessoas contam com você!"


1 bilhão de famintos no mundo: um só já seria inaceitável..."www.1billionhungry.org



Fonte: http://areteeducar.blogspot.com/2010/07/campanha-1-bilhao-de-famintos.html

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

NOVA TURMA DO CURSO SEMENTE DE GIRASSOL - NÃO PERCA A OPORTUNIDADE, INSCREVA-SE JÁ!

Inscrições abertas a partir de outubro


O Centro de Defesa Padre Marcos Passerini (CDMP) lança na segunda quinzena de setembro a 5ª edição do Curso Semente de Girassol - curso de formação de combate à violência doméstica contra crianças e adolescentes.

A finalidade é formar educadores, conselheiros de direitos e tutelares, professores de escolas públicas e privadas, militantes de movimentos sociais e outras pessoas no enfrentamento da violência doméstica praticada contra crianças e adolescentes.

As inscrições ocorrerão de 01 a 15 de outubro de 2010. Acesse o site do CDMP (www.cdmp.org.br) e confira as formas de participação, conteúdo do curso, período, carga horária e ficha de inscrição no edital desta edição.

O Curso conta com uma carga horária de 300 horas distribuídas em cinco módulos, cuja metodologia consiste em momentos à distância e um presencial. Os participantes realizarão estudos, pesquisas, atividades de sensibilização e entrevistas, dentre outras ações, no seu próprio município. No final da capacitação os cursistas participarão do módulo presencial, a se realizar na cidade de São Luís.

Centro de Defesa Pe. Marcos Passerini-CDMP Intervenção sócio-jurídica e pedagógica em defesa dos direitos da criança e do adolescente.
Rua 7 de Setembro, 208, Centro. São Luís- MA. CEP: 65010-120 Fone: +55 98 3231-1445/8205 Fax: +55 98 3232-8245

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Seminário de Planejamento do Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos.

O Conselho Estadual de defesa dos Direitos Humanos do Mranhão - CEDDH em parceria com o Projeto de Educação em Direitos Humanos da UFMA, realizará o Seminário de Planejamento do Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos.

O evento acontecerá nos dias 06, 07 e 08 de outubro no anfiteatro do prédio de Ciencias Sociais, no campus do Bacanga, UFMA.

O objetivo do seminário é a construção do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos.