terça-feira, 31 de agosto de 2010

Momentos do Seminário Internacional Fazendo Gênero 9 - 23 a 26 de agosto de 2010 em Florianópolis/SC

Mesa redonda do seminário
Profª Rosyene (SEDUC/MA) divulgando este blog e o trabalho da equipe de direitos humanos


Prof. Max (SEDUC/TO) informando sobre o blog do grupo de EDH

Carlos Santander- consultor CDH/SECAD/MEC




Momento de descontração



Interlocutores das SEDUC'S





profª Simone Pachito (SEDUC/ES) e Profª Rosyene Cutrim (SEDUC/MA)






Prof. Alexandre Joca - Coordenação de Diversidadesexual /SECAD/MEC







Rosiléia Wille - Coordenadora deDireitos Humanos/SECAD/MEC








segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Power Ranger azul assume ser gay e diz que sofreu assédio na série


Power Ranger azul assume ser gay e diz que sofreu assédio na série

O ator David Yost (foto ao lado), 41 anos, revelou ao site No Pink Spandex que deixou o seriado televisivo "Power Rangers", um dos hits infantis dos anos 90, porque foi discriminado após assumir ser gay. Na série, Yost interpretou Billy Cranston, o Power Ranger azul, entre 1993 e 1996, além de repetir o papel em um filme de 1995.
Na entrevista, feita durante o Anime Festival Orlando 2010, o ator disse ainda que deixou o seriado porque foi discriminado e assediado moralmente. "Eu era chamado de 'bicha' muitas vezes pelos criadores, produtores, roteiristas e diretores", afirma. Segundo Yost, alguns dos colegas de elenco eram chamados para falar sobre a sexualidade dele. "Foi uma experiência humilhante descobrir isso", disse.
Yost contou ainda que, após deixar a série, sofreu um colapso nervoso e lutou para aceitar a própria sexualidade. Após deixar "Power Rangers", Yost praticamente não trabalhou mais na indústria do entretenimento. Neste ano, ele deve fazer o seu retorno no filme "Degenerate".
Fonte: Folha de S.Paulo

Por racismo em escola, SP é condenado

Por Luciana Alvarez

camracismo1.jpgO descuido de uma professora da rede estadual de São Paulo na utilização de um texto com conteúdo racista em sala de aula levou o Tribunal de Justiça de São Paulo a condenar o governo do Estado a pagar uma indenização de R$ 20,4 mil por danos morais à família de um estudante. A sentença foi dada no dia 10 e cabe recurso. A Procuradoria-Geral do Estado informou que ainda não sabe se vai recorrer da decisão.

Em 2002, uma professora da 2.ª série do ensino fundamental da escola estadual Francisco de Assis, no Ipiranga, em São Paulo, passou uma atividade baseada no texto Uma Família Colorida, escrito por uma ex-aluna do colégio. Na redação, cada personagem era representado por uma cor. O 'homem mau' da história, que tentava roubar as crianças da família, era negro.

Durante o julgamento, a secretaria alegou que não houve má-fé ou dolo na ação da professora, mas o juiz entendeu que ainda assim se configurou uma situação de racismo. 'Todavia, a atividade aplicada não guarda compatibilidade com o princípio constitucional de repúdio ao racismo', afirma a sentença.

Depois da atividade, o garoto, que é negro e na época tinha 7 anos, passou a apresentar problemas de relacionamento e queda na produtividade escolar. O menino, que não teve a identidade divulgada, acabou sendo transferido de colégio. Laudos técnicos apontam que ele desenvolveu um quadro de fobia em relação ao ambiente escolar.

Pena. A sentença, de um juiz da 5.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, diz que houve dano moral por conta da situação de discriminação a que a criança e seus pais foram expostos. O valor fixado corresponde a 20 salários mínimos para o aluno e 10 salários mínimos para cada um dos pais. O pedido de danos materiais foi negado por falta de comprovação. A solicitação de recolhimento do livro que continha o texto foi desconsiderada, pois a rede não usa o material.

PARA LEMBRAR

Em 2007, uma pesquisa da Unesco mostrou que o racismo afeta o desempenho escolar de negros no Brasil. A média dos brancos no 3.º ano do ensino médio é 22,4 pontos mais alta que dos negros (na escala de 100 a 500 do Saeb). Mesmo quando se leva em consideração a classe social, as diferenças se mantêm. Na classe A, 10,3% dos brancos tiveram avaliação crítica e muito crítica no Saeb. Entre os negros, foram 23,4%.

FONTE: Estado De São Paulo 27/08/2010

6º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero

O Premio Construindo a Igualdade de Gênero, instituido em 2005, é uma iniciativa da secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), em parceria com o Ministério da educação (MEC), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM).

O mesmo tem como objetivos estimular e fortalecer a reflexão crítica e a pesquisa acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres, contemplando suas intercessões com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade no campo dos estudos das relações de gênero, mulheres e feminismos.

Categoria Estudante do Ensino Médio


Devem ser inscritas redações com um tamanho mínimo de duas paginas e máximo de quatro paginas (entre 1000 e 1500 palavras). A ficha de inscrição deve ser encaminhadas junto a redação.

Categoria Escola Promotora da Igualdade de Gênero


Devem ser inscritos relatos de projetos e ações pedagógicas,com no mínimo 10 páginas e máximo de15 páginas.Os trabalhos deverão abordar experiências da escola no campo da promoção da igualdadede gênero e do enfrentamenro a todas as formas de discriminação:sexual,racial,êtnica,por orientação sexual,enfantizando a gestão democratica da escola e do ambiente escolar,bem como a comprovaçãode sua implementação.As experiências deverão estar em curso e no relato deve constar o cronogramade realizaçao do prêmio:www.igualdadedegenero.cnpq.br


CategoriasEstudante de Graduação


(artigo científico com no máximo 15 páginas),Graduado,Especialista e Estudantes de Mestrado (artigo científico com no máximo 20 páginas)Mestre e Estudante de Doutorado (artigo científico com no máximo 30 páginas)


As inscrições para essas categorias incluirão obrigatoriamente:a) ficha de inscrição devidamente preenchidas;b) currículo atualizado na Plataforma Lattes-http://lattes.cnpq.br/;c) artigo científico contendo: titulo;autor/a;instituição de ensino e pesquisa;professor/a orientador/a.introdução,objetivos,metodologia,resultados da pesquisa e discussão,conclusões e referencias bibliográficasd) resumo do artigo científico que deverá ter entre 500 e 1000 páginas,contendo necessariamente:nome do professor/a orientador/a;indentificando as palavras chaves (até cinco)

Notas NÃO SERAM ACEITOS PLANOS DE PESQUISA E TRABALHOS INCOPLETOS,COM RESULTADOS PARCIAIS.AS REDAÇÕES NÃO PODEM SER MANUSCRITAS.

COMO FAÇO MINHA INSCRIÇÃO?As inscrições estarão abertas de 1ºde junho a 15 de setembro de 2010


Para as categorias Estudantes de Graduação;graduado,Especialista e Estudante de Mestrado;e Mestre e Estudantede Doutorado,As inscrições devem ser efetuadas somente por meio eletrônico,no endereço http://www.igualdadedegenero.cnpq.br/

Para as categorias Estudante do Ensino Medio e Escola Promotora da Igualdade de Gênero,as inscrições devem ser efetuadaspreferencialmente por meio eletrônico,no endereço www.igualdadedegenero.cnpq.br ou pelos correios,para o endereço:Secretaria de Políticas para mulheres-SPM/PR-6ºPremio Construindoa Igualdade de Gênero-Via N1 Leste,s/n,Pavilhão das Metas-Praça dos Três Poderes,ZonaCívico-Administrativa-CEP.70,150-908ATENÇÃO

Cada candidato ou candidata poderá inscrever apenas um trabalho e este deverá ser individual


PLÁGIO É CRIME!Não copie trechos da internet ou de obras publicadas,Faça sempre referência ás autorias e ás suas fontes de pesquisa


PROFESSORAS,PROFESSORES,DIRETORES E DIRETORAS das escolas!


Estimulem seus alunos a refletirem sob esse importante tema!Visitem o sitio http://www.igualdadedegenero.cnpq.br/

Esta é mais uma oportunidade para refletimos sobre as condições desiguais em que ainda vivem mulheres e homens em nosso país e sobre as formas de transformar positivamente esta realidadeAcesse: sitio www.igualdadedegenero.cnpq.br e veja o regulamentoInformações podem ser obtidas pelos e-mails:prêmios@cnpq.br e mulhereciencia@spmulheres.gov.brorkuthttp://www.orkut.com.br/main#community.aspx?cmm=92336156

Mais informações no sitio www.igualdadedegenero.cnpq.br

Dez mulheres são mortas por dia no País



04/07/2010 -


(O Estado de S. Paulo) Em dez anos, dez mulheres foram assassinadas por dia no Brasil, média que fica acima do padrão internacional. A motivação geralmente é passional. Estes são alguns dos resultados do estudo intitulado Mapa da Violência no Brasil 2010, realizado pelo Instituto Sangari, com base no banco de dados do Sistema Único de Saúde (DataSUS)."Entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres morreram vítimas de homicídio – índice de 4,2 assassinadas por 100 mil habitantes.


Elas morrem em número e proporção bem mais baixos do que os homens (92% das vítimas), mas o nível de assassinato feminino no Brasil fica acima do padrão internacional", diz a reportagem publicado por O Estado de S. Paulo.


Os números mostram que as taxas de assassinatos femininos no Brasil são mais altas do que as da maioria dos países europeus, cujos índices não ultrapassam 0,5 caso por 100 mil habitantes, mas ficam abaixo de nações que lideram a lista, como África do Sul (25 por 100 mil habitantes) e Colômbia (7,8 por 100 mil).


“Quanto mais machista a cultura local, maior tende a ser a violência contra a mulher”, afirmou a psicóloga Paula Licursi Prates, doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, que realiza estudos sobre homens autores de violência.A matéria comenta que "ainda são raros os estudos de casos que analisam as motivações de assassinos que matam mulheres. De maneira geral, homens se matam por temas urbanos como tráfico de drogas e desordem territorial e os crimes ocorrem principalmente nas grandes cidades. Mulheres são mortas por questões domésticas em municípios de diferentes portes".


“No caso das mulheres, os assassinos são atuais ou antigos maridos, namorados ou companheiros, inconformados em perder o domínio sobre uma relação que acreditam ter o direito de controlar”, explica Wânia Pasinato, pesquisadora do Núcleo de Estudo da Violência da USP.


"Em um estudo das motivações de 23 assassinatos contra mulheres ocorridos nos cinco primeiros meses deste ano e investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo (DHPP), em 25% dos casos o motivo foi qualificado como torpe. São casos como negativas de fazer sexo ou de manter a relação. Em 50% das ocorrências, o motivo foi qualificado como fútil, como casos de discussões domésticas. Houve 10% de mortes por motivos passionais, ligados a ciúmes, por exemplo, e 10% relacionado ao uso ou à venda de drogas.



Doméstica espancada por jovens recebe indenização de R$ 500 mil (Última Instância)



16/08/2010 - Doméstica espancada por jovens recebe indenização de R$ 500 mil (Última Instância)
(Última Instância) Sirlei Dias de Carvalho Pinto, empregada doméstica que foi agredida por cinco jovens de classe média em 2007, no Rio de Janeiro, receberá R$ 500 mil de indenização por danos morais de seus agressores. A decisão é da juíza Flávia de Almeida Viveiros de Castro, titular da 6ª Vara Cível da Barra.
No entendimento da juíza, "a única forma de repudiar o menosprezo demonstrado pelos jovens agressores é sancionar duramente a conduta que tiveram, com uma condenação de caráter socioeducativo. A juíza destacou que na 'tragédia' vivida por Sirlei, os jovens não a perceberam como um ser humano e 'não a tinham como pertencendo ao mesmo grupo social', diz a reportagem do site.

A matéria informa que, além da indenização por dano moral, os réus terão que pagar quase R$ 2.000 por dano material, além do salário da doméstica durante o período em que não pode trabalhar, devido às lesões sofridas.

Os cinco jovens já haviam sido condenados em janeiro de 2008, por roubarem e agredirem Sirlei. Felippe de Macedo Nery Netto e Rubens Pereira Arruda Bruno foram condenados a seis anos de reclusão em regime semiaberto; Julio Junqueira Ferreira recebeu pena de seis anos e oito meses de reclusão, também em regime semiaberto. Rodrigo dos Santos Bassalo da Silva, que já tinha antecedente criminal, por roubo com emprego de arma de fogo, foi condenado a sete anos e quatro meses de reclusão em regime fechado. Leonardo Pereira de Andrade, que também respondia a outro processo, foi condenado a seis anos e oito meses de reclusão em regime inicialmente fechado.
FONTE: Agencia Patricia Galvão

FESTIVAL NACIONAL DE CINEMA DA DIVERSIDADE SEXUAL


Se joga, bonita!


BABADO! Já estão abertas as inscrições para o CLOSE – FESTIVAL NACIONAL DE CINEMA DA DIVERSIDADE SEXUAL. Os interessados em mostrar seus filmes deverão ler o regulamento, preencher a ficha de inscrição on line e enviar o material solicitado junto com a ficha de confirmação impressa.
DANDO CLOSEO Festival CLOSE é uma iniciativa do Grupo SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade, realizada através do projeto SOMOS Pontão de Cultura LGBT que reunirá em Porto Alegre, em Outubro, produções cinematográficas nacionais e internacionais, organizadas em Mostras Competitiva e Mostras Paralelas.
As inscrições estão abertas até o dia 17 de Setembro de 2010. Por isso, te joga e corre, bonita! Venha dar seu CLOSE!


Fonte: CLOSE

DICA DE LEITURA


O livro Sobrevivi, posso contar, de Maria da Penha Fernandes, relata a experiência da autora com a violência doméstica. Maria da Penha oferece sua história como forma de contribuir para que ocorram transformações urgentes, pelos direitos das mulheres a uma vida sem violência.


"História que muito tempo depois a tornou protagonista de um caso de litígio internacional emblemático para o acesso à Justiça e para a luta contra a impunidade em relação à violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil. Ícone dessa causa, sua vida está hoje também simbolicamente subscrita e marcada sob a lei nº 11.340 ou lei Maria da Penha."

sábado, 21 de agosto de 2010

A SEDUC/MA participará do Seminário Internacional Fazendo Genero 9 em SC

A SEDUC/MA , através da técnica Rosyene Cutrim integrante da Equipe de Educação em Direitos Humanos, Gênero e Orientação Sexual da Superintendencia de Modalidades e Diversidades Educacionais-SUPEMDE, participará do Seminário Internacional Fazendo Genero 9 em Florianópolis/SC que se realizará entre os dias 23 e 26 de agosto de 2010 e dá sequência ao projetos de encontros bianuais que se realizam tradicionalmente desde 1994 e que vem se consolidando como importante evento na área de estudos de genero, tanto no ambito da academia quanto em relação a outras organizações e movimentos feministas.
Com previsão de 4000 participantes, 20 mesas redondas, 1875 de trabalhos inscritos em 76 simpósios temáticos, 378 posteres, 8 oficinas e 6 minicursos, o referido seminário continuará possibilitando a diversidade de abordagens teóricas e metodológicas, no sentido de imprimir ao encontro um caratér interdisciplinar e uma orientação epistemológica heterodoxa e democrática, importantes para os estudos no campo de gênero.

Programação no site do evento: http://www.fazendogenero9.ufsc.br/.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SUPEMDE/SEDUC REALIZA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA SUPERVISORES ESCOLARES E APOIOS PEDAGÓGICOS QUE ATUAM NA EJA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO

A SEDUC/MA, por intermédio da Superintendência de Modalidades e Diversidades Educacionais-SUPEMDE, via Equipe Técnico Pedagógica de Educação em Direitos Humanos, Gênero e Orientação Sexual, dera início no dia 18 de agosto de 2010 uma sequência de encontros que integram a formação continuada para supervisores escolares da EJA, cujo objetivo é sensibilizar, através de informações e reflexões dialogadas, a respeito da "Educação para a Diversidade: Educação em Direitos Humanos, Gênero e Orientação Sexual" com vistas a ressignificar suas práticas e relações sócioeducativas estabelecidas nas instituições de ensino nessa modalidade, bem como subsidiar os encontros formativos com os docentes.
Esta formação compõe o quadro de ações permanentes desta equipe e visa fortalecer o engajamento de profissionais da educação na temática de Educação em Direitos Humanos na rede estadual.
O referido encontro formativo ocorre em parceria com a Supervisão de Educação de Jovens e Adultos (SUPEJA/ SUPEMDE/ SEDUC-MA) que possui há cerca de 10 anos encontros formativos regulares com os (as) Supervisores (as)Escolares e Apoios Pedagógicos que atuam na EJA, nos níveis Fundamental e Médio.

Alguns registros do encontro:




Os formadores: Prof. Alberto Magno Martins e as Professoras Rita Nascimento e Rosyene Cutrim

A supervisora Quaresma participando da formação.

Supervisoras da EJA/ Ensino Fundamental



Prof Rita explanando sobre o nosso trabalho.